7
2008
Tratamento
A compreensão das dificuldades e limitações dos pacientes, além da aceitação da doença aliada ao apoio da família, são fundamentais para o sucesso do tratamento a longo prazo.
Quais as perspectivas de cura para o futuro?
Estudo traz novas esperanças de cura de doença de Parkinson, esquizofrenia, depressão, vícios e dores severas Dopamina e somatostina são dois compostos de neurotransmissão que têm em comum várias características estruturais e funcionais. A dopamina tem papel crucial em uma variedade de doenças, tais como doença de Parkinson, esquizofrenia e depressão e a somatostina está envolvida na modulação de muitas ações da dopamina, tais como o controle da atividade motora mediada por essa substância.
Os receptores das duas substâncias estão freqüentemente localizados na superfície de um mesmo neurônio, aumentando a crença de que existe uma interação fisiologicamente relevante entre os dois compostos, ambos comuns na doença de Parkinson, depressão e esquizofrenia. Contudo, a base molecular de tal interação ainda não é clara.
O estudo, liderado pelo Dr. Yogesh Patel, foi publicado na revista Science. Muitos hormônios e neurotransmissores regulam a função celular ativando receptores de superfície pertencentes a uma classe de proteínas conhecidas como receptores proteínaG-acoplados (em inglês, GPCRs), dos quais existem mais de 1000 no corpo humano. Descobriu-se que quando o GPCR é ativado por seu ligante, ou seja, o hormônio específico ou neurotransmissor, pode se unir fisicamente a outro GPCR de outra família de receptores, formando um hétero-oligômero, um novo receptor de propriedades distintas daquelas de ambos constituintes em separado.
No estudo, foi descrito um oligômero de receptores de dopamina e somatostina que podem ser ativados, em um certo nível, por somatostina ou dopamina, produzindo uma resposta sinergética quando os dois ligantes são aplicados simultaneamente. Quando o complexo é exposto a um antagonista para dopamina, a sinalização para ambos os receptores é inibida. Suspeita-se que haja novos receptores não-descobertos no cérebro e em outras partes do corpo constituídos de hétero-oligômeros, cujas propriedades são diferentes daquelas de seus monômeros individuais.
Site da APPP
Busca por palavra
alimentação alzheimer appp apresentação de natal artrite artrose atividade física auto de natal automedicação calor carbidopa confraternização células deglutição diabete diabetes doença Endócrino entrevista fala hepatite hidratação higiene idoso kinect leucemia levodopa mal mensagem musicoterapia neurônios obesidade osso osteoporose Parkinson perigo peso poema ps3 queimadura sol terapia transplante vacina wii
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck requires Flash Player 9 or better.

Um artigo de administrador





